Solitary Dark Angel Love Poems
Esse Blog é para poemas que eu leio e gosto que falem sobre amor carinho afeto e coisas diversas, desde que contenhão conteudo culto e preparado!
segunda-feira, 13 de junho de 2011
domingo, 19 de dezembro de 2010
†Lágrimas Depressivas†
Lágrimas depressivas
É assim todo o dia
É assim todo o dia
O sol clareia brando
A lua suaviza meu pranto
Medito sobre minha vida vazia
Lágrimas de suplício
Lágrimas de suplício
Lágrimas geladas…
Lágrimas desperdiçadas…
Tentando aliviar meu martírio
E eu odeio tudo isso
E eu odeio tudo isso
Odeio sentir essa tortura
Ser seguida por essa amargura
Até já tentei suicídio
Minha lamúria
Minha lamúria
Meu terror que queima minha alma
Minha mortificação que não me deixa ter calma
Minha eterna fúria
Lágrimas…
Lágrimas de dor
Lágrimas sem amor
Mágoas…
Tentei me afogar
Tentei me afogar
Nessa lamentação inútil
Nesse lamento fútil
Na bruma que disfarça o mar
Mas isso não me protegeu
Mas isso não me protegeu
Só me trouxe mais aflição
Só trouxe minha crucificação
Mas isso não me abateu
Pois, assim como eu
Pois, assim como eu
Nesse mundo profano
Sufocado nesse desejo insano
Muita gente morreu…
Nessa imortal depressão
Nessa imortal depressão
domingo, 12 de dezembro de 2010
†Sem Titulo†
Ela não precisa de sorrisos, nem de lágrimas, nem de pena...
Ela não precisa de amigos, nem de amores, nem de ninguém...
Ela não precisa de ajuda, nem de pena, nem de caridade...
Ela não precisa da vida. Ela não precisa de nada.
Ela precisa apenas de um grande descanso.
Descanso e conforto para uma alma atormentada e confusa.
Uma alma que se perdeu no limbo do tempo. No fogo do inferno. Na agonia da vida.
Uma alma que há muito se desprendeu do carnal. Que vaga sem rumo.
Ela simplismente precisa de uma nova chance. De um Deus que a ame e não a esqueça.
De um Deus que exista.
Ela não precisa de amigos, nem de amores, nem de ninguém...
Ela não precisa de ajuda, nem de pena, nem de caridade...
Ela não precisa da vida. Ela não precisa de nada.
Ela precisa apenas de um grande descanso.
Descanso e conforto para uma alma atormentada e confusa.
Uma alma que se perdeu no limbo do tempo. No fogo do inferno. Na agonia da vida.
Uma alma que há muito se desprendeu do carnal. Que vaga sem rumo.
Ela simplismente precisa de uma nova chance. De um Deus que a ame e não a esqueça.
De um Deus que exista.
Altor não encontrado.
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
† Melancolia †
Melancólica noite nasce mais um
dia,
cilencioza beleza e escura,
sombria.
sempre renascendo ao fim de um
Amanhecer;
Uma Noite CRIA Doce Vida em seu
anoitecer.
escondendo em suas sombras um eixo de
Luz,
cobrindo seus medos pregados na
Cruz.
noite adorável, onde seus sonhos voam sobre seu negro
Céu
folhas dezejos libertos cada um vento
seu.
susurros que falam nada,
Olhos Abertos Mas Que Nada
Olham,
Passos cegos em nehum lugar,
Caminhos Levados um lugar,
Algum.
Limitando DEVE npssp próprio
Destino,
preso na noite em nosso próprio
Caminhar,
Noite melancólica, fria e indefeza
Cheia de trevas em sua bela
natureza,
sonos profundos em seu Domínio
em muitos, olhos fechados,
dormindo.
sem sentir sua beleza percorrer seu
tempo.
Tempo morto a cada soprar DE SEnós
Ventos.
Escuridão apaixonante, que nasce um fim de cada
Tarde ...
sempre morta a cada dia que
dia,
cilencioza beleza e escura,
sombria.
sempre renascendo ao fim de um
Amanhecer;
Uma Noite CRIA Doce Vida em seu
anoitecer.
escondendo em suas sombras um eixo de
Luz,
cobrindo seus medos pregados na
Cruz.
noite adorável, onde seus sonhos voam sobre seu negro
Céu
folhas dezejos libertos cada um vento
seu.
susurros que falam nada,
Olhos Abertos Mas Que Nada
Olham,
Passos cegos em nehum lugar,
Caminhos Levados um lugar,
Algum.
Limitando DEVE npssp próprio
Destino,
preso na noite em nosso próprio
Caminhar,
Noite melancólica, fria e indefeza
Cheia de trevas em sua bela
natureza,
sonos profundos em seu Domínio
em muitos, olhos fechados,
dormindo.
sem sentir sua beleza percorrer seu
tempo.
Tempo morto a cada soprar DE SEnós
Ventos.
Escuridão apaixonante, que nasce um fim de cada
Tarde ...
sempre morta a cada dia que
L
NASCE....
NASCE....
Altora: Luzbel
† Lamentos †
Devo aceitar o meu padecer,
Sombras, carne fétida,
Tudo é negro.
Estou pálida,
Falta sangue nas veias,
Falta vida neste viver.
Sombras, carne fétida,
Tudo é negro.
Estou pálida,
Falta sangue nas veias,
Falta vida neste viver.
Grito, tento me aproximar,
Ninguém escuta…
Choro a dor de feridas
Expostas na alma,
Ninguém vem me consolar…
Sou nada, existi apenas.
Ninguém escuta…
Choro a dor de feridas
Expostas na alma,
Ninguém vem me consolar…
Sou nada, existi apenas.
Alta madrugada, todos dormem,
Sono profundo, eterno,
Estou a perambular, não descanso,
Frio jazigo.
Queria embalar num sono real,
Voltar a viver, sorrir …
Desta vez quem sabe,
Ser feliz.
Sono profundo, eterno,
Estou a perambular, não descanso,
Frio jazigo.
Queria embalar num sono real,
Voltar a viver, sorrir …
Desta vez quem sabe,
Ser feliz.
† À saudade que há de matar †
Rosas perfumadas e sem espinhos,
Que colheste, ferindo as mãos,
Sobre meu túmulo vais desfolhando
Na mais completa solidão…
Que colheste, ferindo as mãos,
Sobre meu túmulo vais desfolhando
Na mais completa solidão…
Segue meu corpo envolto
Por flores, entrelaçadas as mãos,
Que um dia seguraram as tuas,
E suplicaram amor em vão!
Por flores, entrelaçadas as mãos,
Que um dia seguraram as tuas,
E suplicaram amor em vão!
Ruflarei minhas asas na tênue linha,
Que separa, no horizonte, o céu…
E hei de te ver chorar sozinha!
Que separa, no horizonte, o céu…
E hei de te ver chorar sozinha!
E se um dia tiveres que me encontrar!
Que venhas vestida no mais puro véu,
Da saudade que te há de matar!
Que venhas vestida no mais puro véu,
Da saudade que te há de matar!
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